Última atualização: 2018-11-13

Nota Importante

As presentes informações não têm natureza vinculativa, funcionam apenas como indicações e conselhos, e são suscetíveis de alteração, a qualquer momento. Nem o Estado Português, nem as representações diplomáticas e consulares, poderão ser responsabilizados pelos danos ou prejuízos em pessoas e/ou bens daí advenientes. 

 

Aviso

Na sequência das operações empreendidas pelas Forças Armadas e de Segurança, a situação do Paquistão melhorou muito face a anos anteriores. Contudo, tal não significa que a possibilidade de ataques terroristas não possa recrudescer, tanto a nível de casos isolados, como em série.

Nesse sentido, deverão ser tomadas as seguintes precauções:

  1. Os portugueses que se desloquem ao Paquistão deverão previamente entrar em contato com o Gabinete de Emergência Consular do Ministério dos Negócios Estrangeiros (+351 21 792 97 14/96117064 72, email: gec@mne.pt) para registarem a sua viagem.
  2. Antes de viajar, deverão ser observadas as recomendações da Organização Mundial de Saúde, Ministério da Saúde de Portugal (www.dgs.pt) e do Ministério dos Negócios Estrangeiros (www.portaldascomunidades.mne.pt . ver rubrica «Cuidados de Saúde».
  3. Condições de Segurança – Convém obter informação prévia junto da Embaixada de Portugal em Islamabad (ver contatos no final), ou da do Paquistão em Lisboa (idem).
  4. As deslocações fora dos centros urbanos que se deverá evitar que tenham lugar à noite, nomeadamente por via rodoviária, deverão ser organizadas por uma agência de viagens credível que, nomeadamente, garanta todas as condições de segurança (escolta, eventualmente policial, etc.). Existem zonas do Paquistão que se podem considerar especialmente perigosas, como as do «Khyber Pass», a Província do Baluquistão, ou as fronteiras com o Afeganistão/Irão/Índia, longe dos postos fronteiriços vigiados. Terá, inclusive, de se ter em atenção que, muitas vezes, as populações locais não compreendem Inglês.Durante a estadia, o viajante deverá manter-se a par das condições de segurança locais, informando-se junto do sítio de alojamento/esquadras da polícia sobre normas aconselhadas para saída das instalações.
  5. Idealmente, as Autoridades paquistanesas e a Embaixada de Portugal em Islamabad deverão ser informadas sobre deslocações prolongadas ou a zonas mais isoladas, sendo que terá de ser pedida autorização prévia dos Departamentos paquistaneses competentes para visitar determinadas regiões (o que, igualmente, permite impedir a possibilidade de deslocações perigosas).
  6. Mesmo nos centros urbanos, as deslocações deverão ser sempre acompanhadas por locais, ou mesmo, vigiadas por Forças de segurança, públicas ou privadas.
  7. Em Islamabad e outros centros urbanos, devem evitar-se idas e permanência em locais onde decorram manifestações públicas ou se verifiquem grandes ajuntamentos de pessoas suscetíveis de originar tumultos. A assistência a espetáculos em recintos fechados só deverá ter lugar em locais onde se verifique existir um controlo rigoroso no acesso (o que poderá ser o caso de salas de cinema em centros comerciais, por exemplo).
  8. Os turistas, nomeadamente montanhistas que pretendam deslocar-se ao Norte do Paquistão, para além de se informarem sobre as condições de segurança junto das Autoridades ou entidade organizadora da viagem, deverão imediatamente contatar a polícia caso se sintam em risco.- «Tourist Assistance Helpline at Central Police Office 0581115 ou 05811930345; «Tourist Assistance Helpline of District Police Gilgit 05811930033; «Tourist Assistance Helpline of District Hunza-Nagar» 0581315 ou 05813930722; «Tourist Assistance Helpline of District Diamer; 05812930037; «Tourist Assistance Helpline of District Skardu» 05815930132; «Tourist Assistance Hepline of District Astore» 05817930420; «Tourist Assistance Helpline of District Ghanche» 05816930171;
  9. Nas regiões do Norte do país, será o caso da «célula de proteção a estrangeiros», mais próxima, da seguinte lista fornecida pelo Governo do Paquistão que deverá estar sempre à mão.
 

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