Última atualização: 2018-09-03

 

Nota importante


As presentes informações não têm natureza vinculativa, funcionam apenas como indicações e conselhos, e são suscetíveis de alteração a qualquer momento. Nem o Estado Português, nem as representações diplomáticas e consulares, poderão ser responsabilizados pelos danos ou prejuízos em pessoas e/ou bens daí advenientes.


Destaques/ Avisos

A situação securitária na Colômbia melhorou significativamente nos últimos anos, com a entrada em vigor do cessar-fogo bilateral e definitivo entre Governo e FARC (assinatura do processo de paz teve lugar em Novembro 2016), pelo que o turismo tem aumentado significativamente (tanto de estrangeiros como o próprio turismo interno de colombianos, algo que é muito recente).


Apesar dos altos níveis de criminalidade e violência, em geral os alvos não são turistas, pelo que a maioria dos visitantes estrangeiros não encontra problemas superiores aos que encontrariam no resto dos países da região.

Ainda assim, a situação securitária é volátil e imprevisível havendo vários grupos armados no país para além das FARC (nomeadamente ELN, bandos criminais e paramilitares). Assim, quanto mais remota for a localização, maior é o risco potencial para a segurança dos viajantes, pelo que se desaconselha totalmente as deslocações a algumas áreas.

Para além do dengue e chikunguña – doenças já conhecidas e algo frequentes na Colômbia há vários anos – registam-se vários casos de zika, infeção similar transmitida pelos mesmos mosquitos (provoca quadro clínico semelhante, mas mais leve e, em geral, sem consequências graves: erupções cutâneas, febre, dores nos olhos, de cabeça, musculares e nas articulações que desaparecem após 3-7 dias). Não há vacina contra a febre do zika e as medidas de prevenção e controle são semelhantes às da dengue. Recomenda-se em particular às grávidas que vivem ou se desloquem às regiões afetadas que evitem o contato com mosquitos, usando repelentes apropriados e roupa que cubra a maior parte do corpo, reduzindo assim o risco de picada do mosquito. A transmissão é potenciada pelas condições climatéricas provocadas pelo El Nino, que favorecem a reprodução deste mosquito em climas quentes, abaixo dos 1800 metros (ver informação abaixo: cuidados de saúde).

A partir de abril 2017 – e no seguimento de alerta emitido pela Organização Mundial da Saúde e pela Organização Pan-americana da Saúde face à circulação do vírus nos continentes americano e africano – passou a ser exigida a vacina da febre-amarela para deslocações a algumas regiões do país. Assim, viajantes nacionais e internacionais terão que apresentar o certificado de vacinação contra a febre-amarela caso se desloquem a uma das zonas indicadas infra (ver informação abaixo: cuidados de saúde).

Nota: o distrito de Santa Marta em particular, onde fica localizado o Parque Tayrona, é um dos mais visitados por turistas.

Também as autoridades de países próximos, como o Brasil e Costa Rica, exigem esta vacina aos viajantes estrangeiros procedentes da Colômbia, mesmo que aqueles não tenham visitado as zonas afetadas, pelo que as companhias aéreas não deixam embarcar passageiros para estes destinos que não apresentem o boletim de vacinação em dia. A vacina da febre-amarela deve ser realizada entre 10 a 15 dias antes da viagem e pode ser feita em qualquer centro médico na Colômbia.

Mais informação disponível em:  www.minsalud.gov.co/saludalviajero.

 

 

 

 

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